Novembro Azul: Justiça Federal na Paraíba adere à Campanha

04/11/2020 às 11:05

O Edifício-sede, em João Pessoa, e a Subseção Judiciária de Campina Grande já estão iluminados com tons de azul

         Até o final do mês de outubro, a Justiça Federal na Paraíba (JFPB) estará iluminando com tons de azul os fóruns “Juiz Federal Ridalvo Costa” e “Juiz Federal Nereu Santos”, localizados em João Pessoa e em Campina Grande, respectivamente, em apoio às ações do “Novembro Azul”, voltadas ao diagnostico precoce do câncer de próstata.

É o 9º ano consecutivo que o órgão adere à campanha, com a promoção de ações educativas. O objetivo da JFPB é compartilhar informações, facilitar a conscientização sobre a doença e contribuir para a redução da mortalidade.

Dados do Instituto Nacional de Câncer revelam que o câncer de próstata, no Brasil, é o segundo mais comum entre os homens. Em valores absolutos e considerando ambos os sexos, é o segundo tipo mais comum. O mês de novembro serve como uma maneira de reforçar a importância da prevenção.

Estima-se que, em 2020, 65.840 homens descubram o câncer de próstata no Brasil. A idade é um fator de risco importante, uma vez que tanto a incidência quanto a mortalidade aumentam significativamente após os 50 anos.

Alguns outros fatores corroboram com o risco de desenvolver a doença, como: ter pai ou irmão com câncer de próstata antes dos 60 anos, pois reflete tanto fatores genéticos (hereditários) quanto hábitos alimentares ou estilo de vida de risco de algumas famílias; excesso de gordura corporal, que aumenta o risco do tipo avançado da patologia; exposições a aminas aromáticas, arsênio, motor de escape de veículo, hidrocarbonetos policíclicos aromáticos (HPA), fuligem e dioxinas estão associadas ao câncer de próstata.

Em sua fase inicial, esse câncer tem evolução silenciosa. Muitos pacientes não apresentam nenhum sintoma ou, quando apresentam, são semelhantes aos do crescimento benigno da próstata (dificuldade de urinar, necessidade de urinar mais vezes durante o dia ou à noite). Na fase avançada, pode provocar dor óssea, sintomas urinários ou, quando mais grave, infecção generalizada ou insuficiência renal.

A detecção pode ser feita por meio da investigação, com exames clínicos, laboratoriais ou radiológicos, de pessoas com sinais e sintomas sugestivos da doença (diagnóstico precoce), ou com o uso de exames periódicos em pessoas sem sinais ou sintomas (rastreamento), mas pertencentes a grupos com maior chance de ter a doença. No caso do câncer de próstata, esses exames são o toque retal e o exame de sangue para avaliar a dosagem do PSA (antígeno prostático específico).

Autor: Seção de Comunicação Social da JFPB - imprensa@jfpb.jus.br com informações do Instituto Nacional de Câncer (INCA)


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