Última atualização: 02/03/2026 às 17:46:00
A Corregedoria-Regional da Justiça Federal da 5ª Região (JF5) reuniu, nesta segunda-feira (02), servidores e diretores da Justiça Federal na Paraíba, em João Pessoa, durante a etapa presencial das correições na instituição.
Ao abrir o encontro, o diretor do Foro, juiz federal Sérgio Murilo Queiroga, agradeceu a presença do público e deu boas-vindas ao corregedor-regional, desembargador federal Leonardo Resende. O diretor do Foro também destacou a importância do diálogo direto entre Corregedoria e equipes durante a programação.
Em seguida, o corregedor-regional explicou o propósito da reunião. “Esta correição é, sim, um momento de diálogo. É a oportunidade de a gente colher, junto a vocês que estão no front, essa perspectiva, com o objetivo de aperfeiçoar os nossos serviços.”
O corregedor também apresentou premissas que orientam o trabalho correicional, com apelo por simplificação de rotinas. “O princípio é diálogo, simplificação e desburocratização”, disse. “Se vocês identificarem alguma oportunidade de simplificação, de coisa que talvez um dia tenha feito sentido, podem trazer.”
Sobre comunicação institucional, Leonardo Resende incentivou o uso de plataformas oficiais, em especial Microsoft Teams e Sistema Eletrônico de Informações (SEI). “A plataforma Teams é o canal realmente oficial”, afirmou. “E, também, a plataforma SEI é o nosso canal de comunicação de processos institucionais.”
O corregedor ressaltou que a Corregedoria acompanha a qualidade do atendimento ao público e citou questões pontuais recebidas por canais institucionais. Ao explicar a distribuição de demandas entre Ouvidoria e Corregedoria, o desembargador informou que a Ouvidoria do TRF5 passou a ter condução própria, por determinação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). “Hoje já não é mais atribuição da Corregedoria”, declarou.
No campo de tecnologia, o corregedor antecipou que o TRF5 pretende atualizar o PJe 2.X, com avanço de versão e incorporação de módulos. “A nossa versão está na 2.4”, disse. “Nós vamos migrar, a partir de abril, para a versão 2.11.” Ele citou impactos práticos esperados, como melhorias de desempenho e evolução em rotinas de requisições de pagamento, além de fluxos automatizados.
Ao apresentar o novo modelo de “inspeção integrada”, o corregedor explicou que o foco passa a recair sobre metas, indicadores e acompanhamento periódico, com menor burocracia. “A inspeção integrada será interligada à gestão de metas”, disse. “Não teremos mais aquele modelo usado até ano passado.”
Para o ciclo inicial de 2026, Leonardo Resende anunciou reunião on-line para análise de desempenho do ano anterior e planejamento das metas do ano. “Vai ser uma reunião geral na próxima segunda-feira, às 9h.”, afirmou.