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  • JFPB realiza diálogo sobre ambiente de trabalho saudável e prevenção ao assédio
    Última atualização: 20/05/2026 às 18:49:00


    Evento integrou a Semana Nacional de Prevenção e Enfrentamento ao Assédio Moral, ao Assédio Sexual e à Discriminação

    A Justiça Federal na Paraíba (JFPB) promoveu, na manhã desta quarta-feira (20), uma roda de conversa sobre prevenção e enfrentamento ao assédio moral, ao assédio sexual e à discriminação no ambiente de trabalho. O evento, realizado no auditório da sede da JFPB, reuniu magistrados(as), servidores(as), terceirizados(as) e estagiários(as) para um diálogo sobre as relações profissionais. A iniciativa integra a Semana Nacional de Prevenção e Enfrentamento ao Assédio Moral, ao Assédio Sexual e à Discriminação, organizada anualmente pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). 

     

    A abertura foi conduzida pelo juiz federal Rogério Roberto Gonçalves de Abreu, presidente da Comissão de Prevenção e Enfrentamento ao Assédio Moral e Assédio Sexual da JFPB (CPEAMAS/JFPB). "O objetivo central é mantermos um ambiente de trabalho acolhedor, agradável, um lugar que a gente goste de estar", destacou. A juíza federal Wanessa Figueiredo, também integrante da CPEAMAS, apresentou os conceitos de assédio moral, assédio sexual e discriminação. "Entender o que é assédio e o que é discriminação permite que cada um identifique esse tipo de conduta no ambiente de trabalho e saiba os caminhos para resolver a situação", explicou. A magistrada enfatizou que o assédio caracteriza-se pela repetição de atitudes abusivas que criam um ambiente degradante. 

     

    O encontro contou ainda com a mediação da servidora Rebeca Guimarães e com a participação da mediadora Silvana Vasconcelos (conciliadora do Cejusc/JFPB), da psicóloga Sanny Sousa e da assistente social Joyce Ferreira, que abordaram a importância do acolhimento e os impactos emocionais do assédio na saúde mental dos trabalhadores. "O silêncio adoece. A gente precisa falar, a gente precisa ser ouvido, a gente precisa ser acolhido", afirmou Silvana Vasconcelos. A psicóloga Sanny Sousa ressaltou que a exposição constante a situações de assédio pode desenvolver adoecimento emocional e destacou a importância de refletir sobre as formas de comunicação no ambiente profissional. A assistente social Joyce Ferreira encorajou os participantes a buscarem ajuda: “Nós nos preocupamos com vocês. Tem canais que vocês podem e devem acessar. Se sintam livres para tirar dúvidas e buscar orientação”.

     

     

     

    O juiz federal Rogério Roberto Abreu e a juíza Wanessa Figueiredo apresentaram a atuação da CPEAMAS, que garante sigilo absoluto e respeita a autonomia da vítima em todas as etapas. "Procurar a Comissão pode ser apenas um ato de buscar ajuda, de conversar com alguém sobre um problema que está difícil de aguentar sozinho. Nenhum passo é dado pela Comissão sem que a pessoa diga expressamente que quer levar adiante", assegurou a juíza federal Wanessa Figueiredo. O magistrado reforçou que a Comissão possui poderes para adotar medidas concretas, como solicitar realocação de servidores, orientar gestores e encaminhar casos para apuração disciplinar quando necessário. 

     

    Sobre a Comissão:

     

    A CPEAMAS está à disposição de magistrados(as), servidores(as), estagiários(as) e colaboradores(as) para acolhimento, orientação e encaminhamento de situações relacionadas a assédio moral, assédio sexual e discriminação. O contato pode ser feito por meio do site da JFPB, por e-mail ou pessoalmente com qualquer membro da comissão.


    Por: Seção de Comunicação Social - JFPB





     

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